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NEGOCIAÇÃO SALARIAL DO RJU
Notícias do SINAL
Mesa de negociação - o governo transfere, antecipa, posterga; mas vamos a ela
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O SINAL não aceitou o dia, nem o horário. Sua Diretoria Executiva só chegaria a Brasília hoje, e o Sindicato, que vem contando com esses conselheiros em toda a Campanha, não os dispensaria numa reunião-chave: o governo transferiu, então, para o meio-dia. Então veio um novo adiamento: a Mesa sairá (?) às 17 horas de hoje. Como se não bastassem esses meses "no limbo", fica-se agora, no que se esperava fossem os "finalmentes" da negociação, nesse vai-não-vai de reuniões (ansiosamente) esperadas e não realizadas, adiadas, transferidas, postergadas. Ninguém agüenta mais. A ansiedade grassa entre o funcionalismo, enquanto aos sindicalistas resta manter a prudência, o equilíbrio e a racionalidade. O SINAL tem à frente, mais uma vez, o desafio de buscar junto ao governo o melhor acordo para a categoria. Tem sido uma negociação desgastante, e ao final ficamos em posição inédita em relação às carreiras de Estado: o Banco Central, Instituição cujo lugar no topo deveria estar sempre garantido, cai para escalão inferior. Vamos, a despeito disso, pressionar o que for possível para conseguir melhorias, pois devemos à categoria nossas três metas: implementação retroativa do acordo, equiparação com a RFB e o subsídio. Lutamos com todas as forças e aliados possíveis e a Campanha não se encerra com isso. Estamos vendo como é árdua a batalha em que um lado já entra mais forte - o patrão-governo. Mas esse é o papel histórico do sindicalismo, e quanto mais vivemos essa experiência mais nos convencemos da necessidade do Sindicato: o que seria do BC, e de outras categorias federais, sem sua existência, face a um patrão que, teoricamente, "pode tudo"? O que obtivermos hoje é fruto de muito trabalho, esforço e luta de meses, a partir de uma estratégia construída dentro do possível. Considerando hipóteses internas e externas, poderemos chegar a um limite hoje. Vamos, porém, para uma Mesa de negociação: não de homologação de um acordo unilateral, ou de capitulação perante nosso papel histórico. Vamos à Mesa, e vamos continuar o nosso trabalho precípuo: a defesa dos interesses do funcionalismo do Banco Central. |
Associação Brasiliense de Aposentados do Banco Central
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