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Em uma iniciativa inédita, a ABACE reuniu para um jantar de confraternização as seguintes pessoas: Antonio Gustavo Matos do Vale, diretor de Administração do Banco Central; Altamir Lopes (presidente), Dimas Luis Rodrigues da Costa, José Antônio Marciano, José Carlos da Costa e Vicente Fialkoski, conselheiros deliberativos da CENTRUS; Hélio César Brasileiro (presidente), Antonio Francisco Bernardes de Assis (Toninho), Daso Maranhão Coimbra e Eduardo de Lima Rocha, diretores da CENTRUS; Wagner de Lima Oliveira, Secretário Executivo da CENTRUS; os presidentes das associações regionais de aposentados, de Belo Horizonte, Mário Costa; do Recife, José Raimundo de Andrade Lima e do Rio de Janeiro, João Bosco Gomes Mendes, que se fez acompanhar do presidente do Conselho de Administração, Fernando Melo. Pela ABACE compareceram Wilson Carvalho Moreira, presidente do Conselho de Administração; Antonio Ruy Teixeira de Pinho e José Roberto da Silva, conselheiros administrativos; Elias Bueno, Hélcio da Rosa Martins e Omar Victor do Espírito Santo, diretores, além do presidente Cid Jorge Haui.
Foi uma noite histórica, de grande alegria para todos, certamente pelo ambiente de ampla colaboração e entendimento que vem se observando, atualmente, entre o BACEN, a CENTRUS e a FENABACEN, na busca de eliminar, o mais rápido possível, as inúmeras pendências que se arrastam há um longo tempo (eleições na CENTRUS; o convênio de pagamentos entre o BACEN e a CENTRUS; os novos benefícios para aposentados e pensionistas etc).
Na oportunidade, falaram, pela ordem:
O presidente da ABACE e da FENABACEN, Cid Jorge Haui, que agradeceu a presença de todos, reafirmou a união que hoje preside as relações das associações regionais de aposentados e o amplo entendimento e cooperação destas com o BACEN e a CENTRUS.
Os representantes da AAFBC, do Rio de Janeiro, João Bosco Mendes e Fernando Melo, que reiteraram as palavras do presidente Cid Jorge Haui, a quem elogiaram pela iniciativa do encontro e reafirmaram a confiança que depositam nos dirigentes.
O presidente da CENTRUS, Hélio César Brasileiro, fez um relato circunstanciado do atual estágio de cada um dos assuntos que estão sendo examinados, falou dos motivos que o levaram a criar a gerência de atendimentos e agradeceu, a todos, o apoio que vem recebendo.
José Raimundo, que representava a presidente da ARFAB, Helena Maria dos Santos, declarou que estávamos vivendo o tempo do advento nas relações institucionais, fazendo uma analogia com o tempo do advento dos cristãos, que se aproxima com o Natal. Também reafirmou sua confiança nos dirigentes.
O presidente do Conselho Deliberativo da CENTRUS, Altamir Lopes, falou um pouco sobre sua carreira no Banco, destacando que aprendeu bastante com alguns dos que ali estavam presentes. Falou de seus trinta anos de DEPEC, onde trabalha com muito amor, dizendo que é com esse mesmo amor que vem trabalhando na Fundação. Achou muito interessante a iniciativa da confraternização, muito útil ao entendimento. Finalizou afirmando que tudo fará para atender as expectativas dos assistidos pela CENTRUS.
O diretor de Administração, Antonio Gustavo Matos do Vale, lembrou que sua trajetória no BACEN se vinculava à história de diversos colegas que estavam ali presentes e que foram importantes em sua carreira. Disse que esses encontros eram revitalizantes e que sua diretoria de Administração nem sempre pode atender a todas as reivindicações, mas que certamente atenderá aquelas que estivem ao alcance.
O presidente da AMASB, de Belo Horizonte, Mário Costa declarou que irá reunir o seu pessoal em Minas para falar da esperança que volta a tomar conta de todos, ilustrando sua fala com um trecho da música do consagrado Milton Nascimento, na qual o grande artista brasileiro declara “quero a esperança de óculos”. Solicitou que a antiga promessa de se nomear um representante da CENTRUS em BH fosse realizada pela atual diretoria. Em resposta, Hélio Brasileiro convidou-o para uma conversa.
O conselheiro deliberativo Vicente Fialkoski, fugindo um pouco ao discurso tradicional, pediu licença aos presentes para circular em volta da mesa enquanto falava. Apresentando alguns números, declarou que a solução que pretende o governo não é a mais adequada para os funcionários do BANCO e disse que na CENTRUS cabem todos, os atuais celetistas e o pessoal do RJU.
À saída, todos concordavam, foi uma noite para nunca mais ser esquecida.
Associação Brasiliense de Aposentados do Banco Central
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