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A
manifestação
promovida
pelo Fórum
Nacional de
Advocacia
Pública
Federal e
apoiada pelo
SINAL,
ocorrida na
manhã de
ontem
(quinta-feira),
a favor do
cumprimento
do acordo
firmado com
o governo
federal no
ano passado,
de reajuste
salarial,
reuniu
sindicalistas
solidários à
causa
levantada
pelas duas
categorias.
Mais de
duzentas
pessoas
compareceram
ao
Ministério
do
Planejamento,
em cuja
frente
ocorreu a
demonstração
pública de
indignação
ao descaso
com o
compromisso
estabelecido
em março de
2007.
O governo
escusa-se de
honrar seus
acordos,
tratados com
as entidades
sindicais,
"blindado"
pela
justificativa
do fim da
arrecadação
da CPMF.
Segundo o
presidente
do Fórum de
Advocacia,
João Carlos
Souto,
coordenador
do Ato, em
nenhum
momento as
negociações
mencionaram
a aprovação
da
continuidade
daquela
Contribuição
como
essencial
para o
cumprimento
do acordo.
Durante a
manifestação,
o Fórum
anunciou que
entrou em
greve por
tempo
indeterminado.
Souto
lembrou que
as
negociações
estão sendo
travadas
desde abril,
e a primeira
parcela do
acordo
deveria ter
sido
implementada
em dezembro
do ano
passado,
afirmando
assim a
necessidade
da parada
das
atividades
por parte da
classe.
Às 11h20, os
manifestantes
foram em
marcha até o
Ministério
da Fazenda e
finalizaram
a caminhada
na Praça dos
Três
Poderes, sem
receber a
digna
atenção do
presidente
Luiz Inácio
e do
Ministro do
Planejamento,
Paulo
Bernardo.
Em
entrevista
ao SINAL,
João Carlos
Souto disse
ainda estar
espantado
com a falta
de
compromisso
do governo,
pois
acreditava
que a
palavra
formalizada
no acordo
fosse
honrada de
imediato,
sem ser
preciso
recorrer a
manifestações.
"Estamos
aqui
demonstrando
a nossa
indignação,
a nossa
insatisfação
e esperamos
que o
governo
venha
efetivamente
a cumprir
aquilo que
ele assinou".
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David
Falcão
e
Júlio
Madeira com
um
representante
do
Fórum,
na manifestação. |
Faixa
de
solidariedade
do
SINAL
às
categorias
do
Fórum. |
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